Emily Narrando O sorriso ainda estava preso nos meus lírios, escondido contra o peitoral duro dele, quando a realidade me atingiu como um balde de água gelada. Ele ficou duro. A frase ecoou dentro do meu crânio, absurda e inegável. Eu senti. A pressão firme, distinta, contra a minha coxa. Não era minha imaginação de adolescente, não era fantasia boba alimentada por memórias de verões distantes. Era real. Era física. Era dele. Meu próprio corpo reagiu antes que minha mente pudesse processar. Um calor súbito invadiu meu baixo-ventre, um tremor fino percorreu minhas pernas e meus s***s ficaram pesados, sensíveis contra o contato com ele. Eu congelei. Cada partícula de mim estava hiper consciente do ponto onde nossos corpos se tocavam – suas mãos ainda nas minhas costas, minha face queima

