Gustavo A sala de interrogatório da base não era grande. Nunca precisou ser. Quatro paredes de concreto, uma mesa metálica no centro, duas cadeiras de cada lado e uma câmera no canto superior. Nada decorativo. Nada confortável. A ideia nunca foi conforto. Era clareza. Quando alguém entra naquela sala, sabe que alguma verdade está prestes a aparecer. Mesmo que seja uma verdade f**a. Quando Selena e eu entramos, os quatro homens já estavam lá. Sentados lado a lado na parede oposta. Quatro soldados de elite. Quatro homens que tinham lutado por mim mais de uma vez. Quatro possíveis traidores. Viktor estava em pé perto da mesa, braços cruzados. Ele me observou entrar e apenas assentiu. A porta se fechou atrás de nós com um clique pesado. O som ecoou na sala. — Senhores — eu dis
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