Após ouvir aquilo ela demonstrou estar surpresa. Podia estar fingindo. — Tem certeza disso, garoto? Podem ter confundido os números, não sei. — Eu exijo respostas — tentei ser o mais firme possível para tentar arrancar alguma informação útil. — Você é engraçado — ela sorriu, claramente minha tentativa de pressiona-la fracassou — vem, vamos perguntar a minha irmã se ela sabe algo sobre isso — ela abriu espaço e meu coração disparou repentinamente. Ela estava me atraindo para dentro do bangalô, tratava -se de uma maneira desesperada de me eliminar? prender? torturar? Mas eu não podia recuar então apenas adentrei no bangalô, que aparentemente estava muito bem arrumado. Parecia ser maior por dentro do que por fora. De início tive que atravessar um corredor pequeno até chegar em uma área

