— OK, vamos fazer do modo difícil — ela abriu a maleta revelando vários objetos reluzentes, entre eles havia algumas pequenas facas prateadas, bisturis e dezenas de outros objetos que eu não fazia a menos ideia do que fossem. — Não me machuque — pedi com a voz tremula, o ódio havia dado lugar ao medo, o medo de uma criança indefesa. — Onde ele está? — Eu não sei, eu juro que não sei. — Que feio, uma criança mentirosa é tudo o que não precisamos. Não me surpreende os seus pais terem te abandonado. — Eles não me abandonaram... Vocês que me tiraram deles. — Nós salvamos você, agora vamos ao que interessa. Cassandra revirou os itens até encontrar um pequeno alicate. — O que é isso? O que vai fazer? Eu já disse que não sei onde ele está — comecei a chorar antes mesmo de sentir qualquer

