— Lena, o que aconteceu?! Mamãe gritou, antes que o telefone escorregasse da minha mão e caísse no chão. Colocando as minhas mãos na boca. Eu simplesmente não conseguia acreditar no que estava vendo e belisquei o meu braço, só para confirmar que não era um sonho. Uma limusine passava lentamente pela rua. E ela aproximou-se, apoiada por um número surpreendente de carros buzinando. O veículo estacionou bem em frente à varanda rodeada de outros carros e pessoas torcendo. Muitas das pessoas que estavam caminhando ou simplesmente ouviram a agitação vieram gravar, ou participar porque, aparentemente, acharam divertido. Os nossos vizinhos nos andares superiores olhavam das varandas e acenavam para a multidão. Eros estava sentado no teto solar com um buquê de rosas embrulhado em celofane em uma

