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4131 Palavras

SAMUEL O prazer zumbia lentamente em meu corpo. Quando recuperei o fôlego, sentei-me. Precisava me limpar. A prova da inocência de Emma manchava minhas pernas e os lençóis. Eu podia sentir seus olhos em mim. Quando encontrei seu olhar, ela corou e sorriu timidamente. — Você está bem? — perguntei, minha voz ainda rouca de t***o. Emma não tinha falado muito sobre sua dor, mas olhando para o meu p*u e suas coxas, eu não conseguia imaginar que ela não estivesse sentindo dor. Talvez eu devesse ter sido mais cuidadoso, mas uma parte primitiva havia assumido o controle, estimulada pela consciência de que eu era o primeiro a reivindicá-la. Ela deu um pequeno aceno de cabeça. Ela era uma linda garota, uma linda mulher, agora minha esposa. Eu queria que o destino não a tivesse acorrentado

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