me pegou no aeroporto. Um olhar para o meu rosto e sua expressão se encheu de preocupação. Afundei no banco do passageiro, sentindo como se alguém tivesse me usado como seu saco de pancadas mental. Sempre fui bom em sexo casual, em manter as emoções fora da mistura, mas Anna me mostrou as limitações do meu controle. — Você pode me dizer qualquer coisa, filho, sabe disso. Tenho que me preocupar? Suspirei. — Acho que você não precisa mais se preocupar. Papai desviou o olhar da rua. Ele geralmente era um motorista muito vigilante e não deixava nada distraí-lo, então isso significava que eu o tinha realmente preocupado. — Anna e eu estamos juntos há três anos. Podia ver a cor sumir do rosto de papai, mas ele não me interrompeu, pelo que estava grato. Precisava tirar isso do meu

