Sofia — Sofia, Anna, vamos nos atrasar! — Mamãe chamou. Arrumei uma mecha rebelde pendurada no meu r**o de cavalo e estudei meu reflexo. Anna entrou no banheiro e me abraçou por trás, apoiando o queixo no meu ombro. — Você está bem? Sorri. — Sim. Sou eu mesma. — Ela tinha me feito a mesma pergunta ao telefone todos os dias nas últimas duas semanas. Eu estava bem fisicamente. Minha dor havia desaparecido depois de alguns dias. Minhas emoções ainda estavam confusas, no entanto. Cada vez que Danilo me enviava uma mensagem perguntando sobre meu bem-estar, o que havia acontecido quatro vezes nas últimas duas semanas, eu era dominada por uma mistura de emoções. Finalmente, a raiva venceu e deixei claro que não queria que ele continuasse me incomodando. — Tente aproveitar o dia. Você está

