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1211 Palavras

REMO Na manhã seguinte, encontrei Serafina empoleirada em seu lugar habitual no peitoril da janela. Os lençóis não estavam amarrotados. Ela deve ter dormido encostada na janela ou não. — Você enviou os lençóis, — disse Serafina em voz baixa, sem olhar para mim. Claro, ela sabia. Ela não era apenas bonita, era incrivelmente inteligente. Uma combinação letal. — Sim. Entrega expressa. Eles devem chegar à casa da sua família amanhã de manhã ou talvez até hoje à noite. Ela não se virou, não reagiu. Só olhava pela janela. Seu cabelo estava escovado sobre o outro ombro, seu pescoço delgado descoberto aos meus olhos. As marcas dos meus dentes arruinavam sua pele imaculada. Seus ombros se contraíram levemente. Então ela endureceu sua espinha. — O que você disse a eles? Suponho que você envi

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