SERAFINA Remo saiu de mim e eu estremeci, respirando fundo. Eu rolei para o meu lado, para longe dele, mas a vergonha permaneceu comigo. Remo afastou meu cabelo e beijou meu pescoço, em seguida, mordeu de leve, e eu tremi. — Você é minha agora, Angel. Eu a possuo. Mesmo que eu te deixe ir, ainda te possuirei. Você sempre se lembrará deste dia e, no fundo, sempre saberá que você é minha e só minha. Fechei os olhos, tentando segurar as lágrimas, lutando contra elas, mantendo minha compostura com pura força de vontade. Os lençóis farfalharam quando Remo saiu da cama e não olhei por cima do ombro para ver o que ele estava fazendo. Eu ouvi a água correndo no banheiro. Ele retornou momentos depois e correu os dedos descendo pela minha espinha, em seguida, subindo antes de agarrar meu ombr

