Capítulo 11

1351 Palavras

Lorenzo (Sinistro) Acordo com o barulho do rádio tocando sem parar e fico desnorteado com o sono que ainda sinto, mas levanto vendo que a Aurora não tá mais na cama. Ontem assim que meu pai foi embora, desci com o Talibã e o Fabinho para o bar aqui do morro, tava com música ao vivo durante a noite e a bebedeira foi longe. Quando ficou tarde sabia que ia encontrar ela em casa, então preferi ir para um dos barracos que tenho aqui pelo morro queria tomar um banho e me preparar para conversar com ela. Saber do problema de audição dela mexeu pra caralhø com minha cabeça e as vezes sem perceber soltamos falas preconceituosas, não só com ela, mas ao todo sempre tem. Chamar de surdo, perguntar se é mudo, gago e várias parada que é comum do dia a dia. Analisando tudo isso, vi a merda que fiz sem

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