Trazendo ela para casa

615 Palavras
O dia amanheceu, mas eu não consegui dormir a tela do computador ficou escura penso que deve ter acabado a bateria. Vou até o banheiro e tomo um banho frio para me acordar logo coloco um jeans e uma camisa as botas e meu chapéu e desço tenho que falar com meus irmãos. — Quem cara é essa mano matou alguém que eu não sei? — Pode parar Ruan que é assunto sério. Ele me olha para fazer mais uma piadinha mais leva uma lambada na cabeça de José Henrique. -Eita! mano não ia falar nada não. — É sobre sua mulher não é? — Ela é minha amiga eu já falei, mas esse é o assunto sim, descobri alguma coisa ruins com ela Lia está grávida e, além disso perdeu o emprego e seus colegas de quarto a agridem e vão despeja-la. — Eu você tá! aqui ainda porque homem vamos buscar sua mulher. Vejo todos concordarem e em momento nenhum questionam a gravidez ou qualquer outra coisa e é por isso que agradeço diariamente pela minha família. Meus pais estão mais que animados em conhecer minha Lia sim, penso que isso ainda não admiti para os demais, mas dentro de mim ela é com filho ou sem filho ela é minha. Traçamos um plano de busca e remoção levamos a picape e dois de meus irmãos vão comigo os demais ficam para cuidar da fazenda não esperamos mais nada eu tinha o endereço. Fui até o pesqueiro aonde me informaram onde minha Lia morava e quando batemos na sua porta três homens entre 1,80 e 1,90 de altura, mas não foi ela quem atendeu, mas uma mulher que eu vi apenas no vídeo. -Ola. Vejo ela até der com os olhos espantados. — Você é Fabiana? — Sou o que vocês querem? Eu me aproximo com minha raiva na baia, mas por pouco. — Abre essa porta Fabiana antes que eu e meus irmãos derrubem em cima de você. Ela da passo para trás com medo. — Agora saia e só volte a tarde porque eu não aguento olhar para sua cara. Vejo ela correndo dali. — Ei mano precisava isso ela ficou com medo. — Você não imagina como me segurei para não avançar sobre ela essa mulher bateu e humilhou minha Lia isso é pouco. — Porque você não falou ajudava para assustada. Entrei na casa tem poucas coisas noto abro a geladeira e não tem nada além de água, vejo um quarto fechado e vou até lá batendo na porta, mas não ouço sim nenhum do outro lado fico preocupado. — Esta trancada mano? — Não eu acho. Forço a porta e com um pouco mais de força conseguimos abrir e ela está na cama vejo o volume da sua barriga de perto e vou me aproximando dela para que não se assuste meus irmãos ficam aguardando na porta. — Ei docinho abre esses olhos lindos para mim, vamos ? Vejo suas pálpebras tremular e seus olhos se abrem primeiro vejo espanto na sua feição logo medo e por último esperança e seus braços se jogam nos meus eu a pego tendo cuidado com sua barriga. — Eu sei ser sonho, mas eu precisava de você. Passo a mão no seu cabelo e tento faze-la parar de chorar. — Não é sonho minha menina vim te buscar. Ela se separa de mim me olhando e penso que ali ela se lembra da barriga e tenta esconde-la. — Eu já sei de tudo princesa e você vem comigo. Ela me olha e desiste de brigar ou não tem forças, balança a cabeça e volta a me abraçar ela vai para casa.
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