CAPÍTULO QUARENTA E TRÊS. Selene Moreau São sete da manhã, e eu já estou de banho tomado, vestida e pronta para sair. Desço as escadas e me encontro com o senhor Denis ao passar do corredor. — Selene? Bom dia! — ele cumprimenta-me, meio surpreso em me ver. — Bom dia, senhor Denis! — saúdo também. — Para onde vai tão cedo? Aconteceu alguma coisa? — pergunta, e eu assinto que não com a cabeça. — Não, eu vou para a casa da minha mãe. Retorno daqui a pouco — falo, e ele me observa preocupado. — Eu não acho seguro que saia sozinha, pedirei a um dos homens que a acompanhe até lá — ele diz. — Não é necessário, agora eu sou casada nenhum deles pode me obrigar a nada — falo. — Voltarei daqui a nada — digo. — Como preferir — ele diz, e eu assinto. — Tchau, senhor Denis! — despeço. — Tch

