Montoya lhe mostrou a fazenda cercada por montanhas. Havia um estábulo que mais se parecia com uma casa de campo, comprida e branquinha, com várias janelas e portas por todo seu contorno. Por dentro, o piso era de lajotas, as baias espaçosas, gradeadas, limpas e arejadas. Mais adiante, o celeiro de madeira pintada de vermelho, as esquadrias do mesmo material eram brancas. Uma construção alta e com ares de antiguidade que combinava com o casarão de pedras. Olhou ao redor, admirando a planície encoberta por tufos ralos e espaçados de gramíneas e pequenos arbustos que se aglomeravam pouco antes do casarão formando uma espécie de muro baixo natural. Por mais que houvesse a sensação de torpor por causa dos raios solares intensos e o excesso de claridade, tudo ali na Borderline era bonito, bem

