CAPÍTULO 33 GIULIANNA Parece que horas se passam, e então a porta se abre. Davi entra com uma garrafa de água e um sanduíche. —Como você está? —Quem eu? Eu sou apenas uma vítima. Os meus ombros doem por não poder me mover mais do que alguns centímetros e estou presa neste velho e mofado quarto, sequestrada pelo homem que jurou me proteger, mas honestamente? Estou indo muito bem. Ele ri. —Fico feliz em ver que você não perdeu o seu lado sarcástico. Trouxe água e comida para você. Se eu deixar você solta, você promete se comportar? —Sim. Eu vou. Ele coloca a água e a comida no final da cama antes de puxar uma faca e cortar a gravata me segurando na parede. Ele me ajuda a sair da cama e depois me vira antes de cortar o tecido dos meus punhos. Trago as minhas mãos a frente e es

