MILA Ma e eu estamos de volta no clube. Ele me pressionou contra a mesma parede. Desta vez, nenhuma roupa está no nosso caminho. Em vez de me esfregar contra ele através da roupa, ele está enterrado até o punho dentro de mim. As minhas unhas arranham as suas costas. Eu sei que elas vão deixar marcas, mas eu não me importei. Eu quero a minha marca nele. Eu preciso disso dele. Ele morde o meu pescoço, e a deliciosa sensação da dor aumenta o meu prazer, levando-me à felicidade. No momento em que estou prestes a gozar, ele puxa para fora e me vira bruscamente, passando a mão suavemente em volta da minha garganta. —Quero que você se incline, mãos apoiadas na parede. Isso não vai ser gentil, mio piccolo angelo. Isso vai ser duro e áspero. Você pode lidar com isso? —Sim, Ma. Por favor. f**a

