CAPÍTULO DOZE Cassie colapsou na cama, seu corpo todo tremendo. Percebeu que estava sentava no colchão desprotegido, pois as cobertas haviam sido puxadas da cama, os travesseiros arrancados das fronhas e jogados no chão. Respirou fundo, tentando ao máximo não explodir em lágrimas histéricas, sabendo que não poderia permitir-se cair aos pedaços agora. O desconhecido que havia destruído seu quarto estaria esperando por uma reação extrema. Provavelmente esperaria que suas ações a levassem além dos limites. Ela não poderia permitir que soubessem o quanto ela estava estremecida. Simplesmente não os deixaria vencer. Pensar assim a ajudou a se apegar à sua sanidade. Após alguns minutos, o choque diminuiu e ela ficou calma o suficiente para raciocinar outra vez. Havia uma chance de seu passapo

