mesmo gosto

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MIGUEL PRADO Pela primeira vez na vida me sinto um ser humano desprezível por ter julgado a senhorita de Paula, só sabe onde o sapato aperta quem o usa e muitas vezes eu abrir minha boca para humilhá-la por suas escolhas de vida, não que ela não pudesse ter escolhido outro caminho, talvez tivesse outra opção sim e não apenas o caminho da prostituição, mas será que posso julgar isso? Será que cabe a mim? Não! Se você não viveu o que a outra pessoa viveu, se não passou pela dor do outro então você não pode julgar, hoje me arrependo de tudo que falei. Ela me deu sinais que era diferente e eu não quis ver e me fiz de cego, aceitou vender o corpo novamente mesmo tendo saído dessa vida sim e nem foi por ela e sim para salvar a vida de sua tia, uma pessoa que foi totalmente negligente com

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