capítulo 06

1564 Palavras
TENEBROSO NARRANDO Passei o dia na boca com a Alice na cabeça, era só o que me faltava feiticeira do c*****o, essa mina tira meu juízo na moral, agora estou aqui com o RN fumando de boa no topo do morro em uma casa que eu tenho aqui encima, construí ela na intenção de ficar só pra nós, aqui ninguém sobe e ninguém além das meninas e eles entram, aqui tem uma laje das top pra gente ver o morro, tem área de lazer, uns seis quartos cada um tem uma suite a casa é pique casa de rico. RN - as meninas tá muito quieta hoje, concerteza vai aprontar - ele fala né tirando dos pensamentos e eu n**o tenebroso - elas não é nem louca - fecho a boca e ao radinho do RN toca RN - qual foi - ele entende e o coringa fala que as meninas tá saindo e eu começo a rir tenebroso - seis tá enrolado com essas mulher coringa - se eu fosse tu não ria não por que a Alice tá aqui no meio e vai em outro lugar diferente dos da meninas - ele fala e eu paro de sorrir na hora tenebroso - não tenho um dia de paz nesse c*****o - falo e desço dali só o ódio, pego minha moto e vou direto pra entrada vendo ela toda gostosa encima da moto, embaço no esquema dela e coloco ela pra volta pro plantão, tem pra que sair não pô, só vai pra ficar agarrando playboy eu em ela não é nem louca de me desobedecer por que se ela for ela perde o emprego e vaza da favela, um c*****o que eu vou deixar ela solta pra outro, subo pra boca vendo os vapores vendendo para uns playboy e vou tirar ideia com uns que ta só fumando e vendendo que é bom nada, fico ali até o L7 me chamar atenção falando na diaba, essa filha da p**a só pode tá me tirando não trocou a roupa e tá se exibindo aqui pros cria mais que c*****o mano, levo ela pra sala na força mesmo ela discute e sai eu pra não perde a cabeça vou pra casa dos meus pais pra vê se tá tudo em ordem por que daqui duas semanas eles volta, vou fazer um bailão só pra receber eles. Chego na casa e vou olhando cômodo por cômodo, quando chego no quarto deles vejo uma caixa preta encima da cama me aproximo e vejo dois álbum de fotos, todos com a tia Sandra e sua filha que por coincidência se chama Alice também, essa é uma parte da minha vida que eu prefiro não falar com ninguém. Nesses anos que se passou meu pai virou inimigo número um do morro do dendê o cara vivia de ameaça pra cima da minha mãe e várias vezes já tentou pegar ela na maldade no asfalto a gente tá na vontade de pipocar a cara do dono de lá já tem tempo. Na época que tudo isso começou a acontecer meu pai precisava de informações de lá pra invadir e matar o dono de lá, e foi assim que eu entrei pro mundo do crime tava com oito anos na época mais me lembro até hoje como tudo aconteceu e pra mim esquecer meu pai me mandou pro treinamento. Tia Sandra era dona da vendinha que tinha enfrente a minha escola aqui do morro, vivia trocando ideia com ela quando tinha meus seis anos, com os meses ela fechou a vendinha e meus pais colocaram ela pra poder trabalhar lá na casa deles como doméstica e ajudar a cuidar de mim, eu me amarrava nas comidas que ela fazia, principalmente quando ela levava a Alice era apegadão nela tipo irmão memo sabe, pô ela era da hora, tinha dia que ia lá pra casa da tia Sandra e dormia lá eu e a Alice ficava até tarde brincando mais ela era novinha tinha só dois anos de idade. A tia Sandra era de total confiança, por isso que meus pais deixava eu dormi lá na casa dela, eles também já sabia que ela tinha uma filha quando eles contratou ela eles sabia que a filha dela era filha do shampoo dono do morro do Dendê, e não minha tia não foi x9, ela bateu a real com os meus pais falou que se envolveu com o cara em uma festa no asfalto e nem sabia de onde ele era e quando ficou sabendo que era o dono de lá já era tarde demais, mas quando eu completei meus oito anos foi quando começou com as ameaças pra cima da minha mãe e essa bagunça começou a acontecer, não tinha muito o que fazer, não tinha nenhuma pessoa de confiança pra colocar lá dentro até minha tia oferecer de ir, meu pai aceitou e mandou ela se aproximar do shampoo, com a desculpa da filha, pra ela ficar próxima dele, eu não fiquei de acordo não na moral, ainda mais por que além da tia se afasta de mim ia afasta a Alice também na época ela tinha apenas quatro anos de idade, foi difícil acostumar sem as duas ali no morro mas o engraçado e que ele aceitou elas lá no morro numa boa, mas também não quis saber da filha, meus pais que ajudava a tia com as coisas da menina e viviam tirando foto com ela quando eles se encontrava no asfalto, eles guardaram tudo que tinha delas a tia era praticamente da família. O melhor de tudo foi que o o****o do shampoo não puxou ficha e nem nada da tia, o que facilitou pra gente né depois que ela foi pra lá nunca mais eu vi a Alice só via a tia mesmo por que ela sempre vinha pra cá me ver e passar as informações pro meus pais, ela se aproximou muito do shampoo e aproximou até demais por que ela entrou pro crime, e virou a fiel dele, e foi assim durante dois anos, no dia que tivemos informação o suficiente do morro a tia Sandra falou que ia sair de lá de madrugada pra nos ajudar a invadir, mais tudo mudou quando a gente recebeu o corpo da tia Sandra aqui na favela todo cortado, já estávamos saindo pra invadir lá, na verdade eles estavam eu ia ficar de frente da favela até por que eu tinha apenas dez anos e não podia me meter no meio de invasão, mais meus pais resolveram não invadir por que com o corpo da minha tia tinha uma frase escrita "se tentarem invadir a filha dela chega um pouco pior pra vocês" Aquela frase ficou guardada em mim, a forma em que a tia estava nunca saiu da minha cabeça eu chorei muito e foi a última vez que me viram chorar na favela, procurei pela Alice feito um louco, revirei esse rio de janeiro todo e não achei, por fim meus pais receberam uma foto dela morta também, então desistimos de procura-la, por isso agora quem quer matar esse filho da p**a sou eu e eu só vou sossegar quando eu pegar esse desgraçado. Saio da casa dos meus pais transtornado essa é uma ferida que eu não queria mexer, L7 e uns vapor tá fazendo minha segurança paro a moto em um beco em uma das bocas e pego umas droga com os menor e começo a cheira feito um louco e pego heroína e injeto no meu braço, bebo uma garrafa de whisky que está ali e saio pra ir pra boca principal. xx - aquela Alice lá só se faz de difícil, é p**a barata que nem as amigas mesmo - um noiado fala xx - tô doido pra comer ela de novo - o outro comenta rindo tenebroso - repete seus filho da p**a - falo e eles deve tá muito chapado xx - tu é o corno? como aquela gostosa todo dia - ele fala e eu arrebento ele e o amigo dele na porrada l7 - já chega patrão eles já tá morto - ele fala e eu olho pra ele com ódio e pego minha moto indo pra boca principal, chego já quebrando tudo pego várias seringas e começo a injetar no meu braço faço várias carreira de pó e cheiro tudo, eu odeio relembra esse passado nois falhou com elas e eu não consegui proteger minha tia nem minha Alice, saio da sala e procuro a Alice e não acho tenebroso - cadê a Alice? - pergunto olhando pros vapor e eles aponta pra um local escuro, vou me aproximando e quando vejo ela se agarrando com outro eu não sei o que eu senti só peguei minha arma e matei o filho da p**a, ninguém toca na minha mulher, levei ela a força pra boca e no final não escutei ela só apertei o gatilho e acertei seu braço. coringa - tá ficando louco tenebroso, c*****o - ele fala e corre pro rumo dela, ela me olha com ódio e coloca a mão estancando seu sangue, a Maya apoia ela em seu ombro e tira ela dali, todo mundo sai da sala com ela e eu me sento no meu sofá pego meu baseado e fumo logo meu corpo bate um cansaço e eu durmo.
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