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4455 Palavras

Oi, Ginger. Ela ficou imóvel, antes de virar-se lentamente na direção da voz. Simon estava parado diante da porta da cozinha. A luz do interior desenhava em dourado a silhueta alta e esguia. Ginger sufocou o primeiro impulso de alegria, subitamente furiosa. Por que ele não ficara no oeste, conquistando mulheres incautas com aquele olhar escuro e penetrante? — Oi, Simon. — Como tem passado? — Bem, obrigada. E você? A escuridão amiga não permitia que ele lhe visse a expressão. A raiva passara. Ginger sentia-se puxada por força magnética na direção de Simon e era como se eles nunca houvessem se separado. Para impedir-se de correr para ele, Ginger agarrou-se à coleira do dinamarquês. — Estou bem — ele respondeu. — O congresso foi bom, mas eu teria preferido ficar em Clearview. Não deixe

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