O enorme cachorro pareceu encolher-se, olhando-a com humildade. Ginger não se deixou enternecer. Foi até a garagem e pegou o osso artificial e a bola. — Se quer brincar, brinque com isto — mostrou-lhe os objetos. — Não deve cavar o gramado, entendeu Arthur? O cão choramingou e Simon, que observava a cena da varanda, deu uma risadinha. — Você daria uma excelente treinadora. Ginger largou a bola e o osso perto da porta da garagem, acariciou a cabeça do cão e subiu os degraus. — Já vou — anunciou. — Obrigada por ter sido tão compreensivo com Arthur. — Espero meu primeiro cliente às dez horas — ele observou. — Se quiser ficar mais um pouco com Arthur, eu não me importo. Olhava-a como se mandasse alguma mensagem secreta, e Ginger corou. — Lamento pelo gramado — conseguiu dizer. — Não fo

