Do ** viemos, e ao ** voltaremos. Essa frase fica dançando na minha mente, logo agora que o caixão está descendo até o lugar de onde nunca mais vai sair. Voltar ao **, onde nunca mais vamos nos ver, mesmo que já tenha conhecido minha tia doente, mas quem quer ver um parente seu perecer? Minha pobre mãe teve que tomar calmante, estava em estado de choque, foi h******l correr até o quarto e achá-la gritando e balançando o corpo sem vida da tia Elinor. Ela me empurrou e voltou a agarrar a irmã, só Josh conseguiu afastar ela para os outros tirarem o corpo da minha tia de casa. O dia está um tanto belo, depois de uma noite inteira velando o corpo dela e recebendo tantas pessoas quanto foi possível, sentir o vento fresco e o cheiro da terra fresca, mesmo que de dentro do cemitério,

