Tantas horas se passaram que eu acabei adormecendo na cadeira dura da sala de espera. Depois do que aconteceu, o Príncipe me abandonou e sumiu. O som da televisão bem baixinho e o ar condicionado me lembraram de como estou cansada. Acordo com uma dor h******l no pescoço, tento me esticar, mas meu corpo protesta. À poucos metros de mim existe uma máquina de café, me preparo para levantar, mas um abdômen definido tampa minha visão. O dono? Matthew. Ele está segurando dois copos de café fumegantes e cheirosos. De novo aquela sensação estranha que parece queimar meu coração. Respiro fundo, só pode um ataque cardíaco. -Achei que quando acordasse iria querer alguma coisa. -Ele estende o café, carrancudo como sempre. -Obrigado.- Tomo um gole. - Esta delicioso. - Me afasto um pouco para

