- Teremos muito o quê lamentar.... Foi nisso que pensei quando acordei. E continuei pensando quando tomei meu curto café, tomava meu banho, escolhia a roupa. E mesmo agora diante do espelho vestida de terno feminino não consigo esquecer. Também não posso acreditar que ela falou tão baixo que nenhum dos dois escutaram. Foi uma ameaça. - Filha o motorista está lá em baixo. - Mamãe entra no quarto. - Susan? - Diga que já estou indo. - Olho para ela. - Só preciso de mais um tempo. Ela afirma e sai do quarto. Inevitavelmente estendo a minha mão esquerda e imagino um anel. Sei que o assunto é sério. Mas no momento me sinto como uma adolescente. Ansiosa. ******** - Vai se sentir um pouco tonta. Logo que cheguei no hospital fui submetida à exames. Confirmado a minha tese fui levada até

