Uma sessão à tarde e o abusado ele tentou passar a mão nos s***s. O que ele não faria se tivessem sozinhos à noite?
Elisabetta já havia sido forçado a uma vez e não seria segunda, mas não mesmo.
- Aonde você quer ir
- Para casa, vou te dar o endereço.
- Não precisa.
- Como não precisa? Ontem eu não te disse onde eu morava.
Matteo quase ia contando a Elisabetta que a seguiu, depois que saíram da academia.
Mas pensou rápido, pois aquele não era o momento dela saber, que mais um homem estava em busca de prazer.
- Sim não disse. O que eu quero dizer, é que não será bom para você, chegar a casa desse jeito.
- Você tem razão Matteo.
- Posso te dar uma sugestão?
- Claro que pode.
- Que tal vir comigo uma boate, tomamos um drink conversamos sobre ocorrido, depois te deixo em casa? Está bem assim?
- Sim está bem.
Elisabetta aceita o convite de Matteo, que está se sentindo o cara mais sortudo da Itália, nesse momento.
Se Matteo tivesse planejado tudo isso não daria tão certo, como estava dando agora.
Ainda chateada com a atitude de seu pretendente Elizabeth a viagem em silêncio olhando as pessoas que passam na rua.
Assim que chegam Elisabetta fica surpresa com agitação, mas se encanta ambiente repleto de jovens da sua idade.
- Legal aqui
- Você nunca tinha vindo há uma boate?
- Não essa é a primeira vez.
- Que bom, que tá gostando.
- Sim muito.
- Vem vou te levar um lugar mais calmo, para que possamos conversar. Está bem?
Matteo da mão Elisabetta e saem juntos para um espaço reservado, para aqueles que desejam conversar ou até mesmo namorar.
Logo que chega Elisabetta se surpreende com a pegação de alguns casais.
Os beijos eram a marca registrada entre eles, mas não havia falta de respeito como houve com ela no cinema. Era Uma pegação saudável, ainda mais porque ali era um lugar público.
- Mas e daí? O cinema também era
Pensou Elisabetta.
- O que houve?
- Não foi nada.
- Senão estiver gostando daqui, podemos ir para o outro lado, Elisabetta.
- Não Matteo, está ótimo aqui.
- Posso saber o que aquele i*****l, te fez lá no cinema?
- Como sabe que eu fui ao cinema?
- Você falou.
- Falei?
- Falou. Não lembra?
- Não lembro.
Matteo nem lembrava se ela havia falado mesmo, mas precisa desconversá-la naquele momento, para que não desconfiasse que ele a havia seguido.
- Não tem importância, mas me conte. O que ele fez?
- Ele é um i*****l mesmo, mas eu prefiro não falar sobre isso agora Matteo.
- Tudo bem. Fale-me um pouco mais de você.
- O que você quer saber de mim?
- Tudo. Até agora eu só sei o seu nome.
- E eu o seu.
Ambos riem.
- Então deixa começar por mim Elisabetta. Vamos lá, me mudei a pouco para Palermo, moro com a minha mãe e meu irmão.
- Feliz é você, que tem um irmão pra conversar.
- Não só pra conversar, mas pra brigar também.
- Mesmo assim eu queria ter uma irmã.
- Você filha única?
- Sim e moro com meus pais.
- Você trabalha Elisabetta?
- Então eu já fiz alguns trabalhos de modelo. Esse rapaz que eu sai hoje ia me apresentar um amigo tem uma agência.
- Agora estou entendendo, o que o safado queria.
- É isso mesmo que você pensou Matteo. Ele quis ultrapassar os limites
- E sequer se preocupou que estava em público, expondo você.
Elisabetta olha nos olhos de Matteo, assim que eu ver falar desse jeito.
Matteo parecia diferente, mas ela precisava ver com cuidado, pois havia se enganado uma vez.
- Nós só estávamos começando o namoro, não era para ele tomar essas liberdades comigo.
- Então ele é seu namorado?
- Eu pensava ser, mas não é mais.
- Você fala isso agora, mas depois que ele te procurar pra reatarem, você mudará de idéia.
- Não será assim. Uma vez a confiança perdida, é difícil de recuperar.
Assim Matteo espera que Elisabetta não recupere mais a confiança que perdeu pelo rapaz, para que ele possa ter uma chance de ficar com ela.
Matteo certamente iria devagar com ela, que de alguma maneira ele não sabia por que, Elisabetta era diferente das mulheres que tinha saído.
Sua intuição dizia que havia algo ainda, que ele não sabia sobre ela.
- Mas então Elisabetta, como fará agora para modelar?
- Eu peguei o contato do amigo dele e vou mandar para o e-mail dele algumas fotos que fiz.
- Faça isso, quem sabe ele não goste e te chame.
- Está ficando tarde Matteo, meus pais podem ficar preocupados. É melhor eu ir embora.
- Vamos eu te levo.
- Eu vou te indicando o caminho.
- Ok. Podemos nos ver amanhã? O que acha?
- Me empresta seu celular.
- Pra quê?
- Pra colocar meu telefone.
Matteo sorri e entrega na mão dela.
Romina entrou na quitinete alugado com móveis já dentro, já fazendo uma grande limpeza.
- Boa noite você é a nova inquilina?
- Sim. Quem é você?
- Eu me chamo Rosário e isso aqui é para você que esqueceram de dar.
- Mais uma chave?
- E a principal, porque essa é do portão. Olha após 22 horas ele é fechado, por isso é bom você andar com ela dentro da bolsa, porque ninguém levanta para abrir portão quando alguém esquece.
- Obrigada, foi bom você me avisar Rosário.
- Desculpe, mas você ainda não me disse o seu nome.
- Meu nome é Romina.
- Seja bem vinda Romina.
- Obrigada Rosario. Eles não mandam fazer uma limpeza na casa, antes de entregá-las ao novo morador não?
- Deveriam, mas não é assim que acontece. Ela estava muito suja?
- Muito. Estou me matando de limpar tudo desde que cheguei.
- Você quer uma ajuda?
- Preciso só trocar o sofá de lugar. Você me ajuda a empurrá-lo?
- Sim claro. Seus móveis em comparação aos outros aqui da vila, estão bem conservados.
- Ao menos isso, mas olha esse chão eu sofri para limpá-lo.
- Mas valeu a pena, ele está brigando e a casa cheirando a limpeza.
- Obrigado pela ajuda Rosário. Só não te ofereço nada, porque ainda não tive tempo de fazer compras.
- Nada que isso. Eu já vou indo Romina e qualquer coisa que precise é só me chamar
Romina mais uma vez agradece e Rosario se retira.
Obcecada Romina havia se instalado em Palermo sem imaginar que seu antigo caso Matteo, estava começando a se apaixonar por outra mulher.
Assim que o carro de Matteo estaciona, Elisabetta e ele se despedem.
- Então até amanhã.
- Te ligo para buscá-la. Vou ter levar para almoçar num lugar especial.
- Vou ficar esperando seu telefonema.
A mãe de Elisabetta escuta o barulho da porta abrindo e vai até a janela vendo o carro de Matteo saindo.
- Ué não foi nesse carro que você saiu hoje à tarde.
- Não, não foi.
- O que houve?
Elisabetta prefere não contar para sua mãe o que aconteceu entre ela e Antonino.
- Meu amigo tinha um compromisso de trabalho, então acabei encontrando no shopping, um lá da academia.
- Entendi. Vai dormir agora, que está um pouco tarde.
- Onde está o papai?
- No banho. Acabamos de chegar do teatro, vi que você ainda não havia chegado e fiquei preocupada.
- Não se preocupe mamãe, eu sei me cuidar.
- Eu sei que você sabe se cuidar Elisabetta, minha preocupação é com o mundo lá fora. Toma bastante cuidado.
- Pode deixar mamãe. Boa noite.
Querendo fugir daquela conversa sobre mundo violento naquele instante, Elisabetta entra rapidamente para o quarto se jogando na cama.
Logo seus pensamentos voltam ao cinema, no momento em que Antonino tentou abusar dela.
Não aquilo não estava acontecendo de novo. Ser abusada pela segunda vez era algo inadmissível para Elisabetta.
As recordações daquela noite ainda machucam e incomodam Elisabetta fazendo-a chorar.
- Não Donato, me solta.
- Você veio a minha casa, me atiçou e agora está querendo fugir?
- Eu não disse que viria para isso.
- Mas agora eu que me despertou agüente.
Donato não pensa racionalmente e agarra Elisabetta jogando-a no sofá com força.
- Não eu já disse que não quero.
- Cala boca.
Donato a esbofeteia alucinado pela droga, que havia consumido antes que Elisabetta chegasse.
Com a força redobrada ele a domina com facilidade, abrindo e travando suas pernas para que pudesse de uma só vez introduzi-la com violência.
Ao sentir a dor de ser deflorada com, violência Elisabetta chora e tenta gritar, mas Donato a impede pondo a mão em sua boca.