LXXXII. Arlequim Maltratado

1203 Palavras

Teresópolis, Rio de Janeiro — Ele já acordou… está falando com o doutor. — Eu explicava a Natasha enquanto subíamos ao quarto. — Parece bem abalado, mas não sei se é bom ou r**m… — O importante é estar acordado! — Ela suspirou, nitidamente aliviada. — O resto a gente consegue lidar. Digo vinha às costas dela, carregava uma bolsa que tinha alguns refratários quadrados, talvez nossa refeição. Desci para buscar a água que Lucas pediu. Obviamente, eu comprei duas garrafas. Tirei alguns instantes no lado de fora para beber a água e respirar fundo, eu precisava estar calma para não deixá-lo nervoso. Enquanto aguardava, Natasha e Digo chegaram. — É possível tratá-lo aqui? — perguntei a Natasha. — É distante das áreas onde Alexandre, o pai de Lucas, tem influência… não tive tempo de trabal

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