Centro, Rio de Janeiro Eu jamais saberia dizer o que ele estava fazendo comigo! Cada contato de sua mão, sua boca, sua língua, fazia algo ocorrer no corpo, estimulava como nunca me ocorreu antes. Algo parecido com as contrações de um intenso orgäsmo, mas tão suaves que pareciam invocar a sensação de gözar… e eu não saberia dizer como ele causava aquilo. Quando me beijou, obviamente retribuí; quase implorando que ele parasse de me torturar… ou me desse algo mais forte. — Calma, Sofia… calma! — sibilou. Ouvir sua voz fez uma contração mais forte acontecer e eu teria gemido alto, se ele não tivesse tornado a me beijar para engolir cada pedacinho do meu gemido. Segurou forte em minha coxa e a pressionou contra a perna que apoiava no chão. Segurando meu cabelo, ele puxou. Parecendo domi

