Aconteceu a cerca de três anos. Foi fulminante, intenso e Cherry acreditou que seria o seu “felizes para sempre”. Ele, irmão de sua melhor amiga, lhe prometeu o mundo. Ela acreditou. Um ano, sete meses e dezessete dias depois descobriu que ele tinha outra. Não perguntou qual relacionamento foi o primeiro - embora essa dúvida ainda povoasse a sua mente, odiava se imaginar como a amante -, só chorou por dias. Magoada, ferida, jurou que nunca mais choraria por homem nenhum. Seus tios e primos zombaram de sua dor. Isabele foi à única que a entendeu e estendeu a mão. Foi assim que acabaram dividindo um pequeno apartamento, sem elevador e com Eri no sofá. O Eri que odiava, até outro canalha atravessar seu caminho e só o boneco ser testemunha do descumprimento de sua promessa. Após o rompante

