Italo Clarice estava na cozinha, eu não consigo olhar para ela sem pensar em uma sobremesa doce café quentinho e pão recém assado, ela era um ser maravilhoso. — Me diz que esse bolo no forno e de aipim? — Sim, com coco filho. — Me da um pedaço que eu juro que meu próximo filho vai se chamar Clarice Ela ri - Clara e Clarice olha que dupla. — Verdade! — Ele esta lá na sala, jogando futebol sozinho com os malditos zumbis — Um policial e sempre um policial não e — Velho, eu trouxe algo que você precisa ver. — Disse, estendendo o dossiê repleto de informações e provas contra Gabriel, meu próprio irmão. Peçanha não tocou nos papéis. Seu olhar, penetrante e calculista, estava fixo em mim. Seu silêncio era uma pergunta por si só. — Eu quero acabar com Gabriel. — Minhas palavras saíram

