Ruslan A visão de Aurora, com o vestido arriado até a cintura e a mão entre os joelhos, me incendeia. Meu p*u lateja, tão duro que até pensar se torna um desafio enquanto me aproximo dela, com passos pesados de pura tensão. — Ruslan — ela suspira, retirando a mão, mas eu a seguro pelo pulso. — Se você quer terminar, termine por mim. Nossos olhares se encontram, e a intensidade desse simples gesto me devora por dentro. Eu quero consumi-la inteira. — Eu não posso — ela sussurra, vulnerável. — Por que não? — Porque você está me observando. — Já te observei antes — lembro a ela, com a voz carregada. Aquela noite no banheiro nunca saiu da minha mente. Ela me assombra. — Mas desta vez... Eu arqueio uma sobrancelha. — Eu te capturei? O rubor que se espalha pelo rosto dela e desce até a

