Capítulo 33

472 Palavras

Ruslan O cheiro forte de fumaça dominava o ambiente no Cavaleiro Bar. Eu andava pelo meio dos motoqueiros, sentindo seus olhares cortantes como lâminas, mas não hesitava. Eles me encaravam como se eu fosse um lixo. Eu os ignorava, com o peito estufado e o passo firme. Até que, no meio daquela gangue, o Maxim apareceu, os olhos dele presos nos meus. — O que você está fazendo aqui, Ruslan? — a voz dele saiu tensa, os braços cruzados. — Não vim pra briga — respondi, firme. — Não? — ele arqueou a sobrancelha, desconfiado. — Não. Vim pedir ajuda. Ele me encarou de lado e soltou uma risada rouca, que logo se espalhou entre os homens ao redor, provocando uma onda de risadas sarcásticas. — Deixe-me ver se entendi direito — zombou. — O grande Ruslan Petrov vem pedir ajuda a mim, um simples

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