Narrado na 3ª pessoa As horas passavam lentamente e a vontade de ficar em casa numa sexta-feira era maior que o normal. Pegou um café na máquina Nespresso que havia na cozinha da sua casa, no violão e começou tocando uma música chamada Maya A voz dele saiu um tanto rouca, mas ele não se importou. Fez uma pausa, bebeu um pouco do café e continuou. Parou, mais uma vez. O tom não estava saindo como ele queria, o que o fez se sentir um pouco irritado. Definitivamente “Maya” não era a música que ele pretendia cantar, mas aquela letra o fazia se lembrar dela, e memórias dos beijos que eles deram surgiram na sua mente. Para ele aquela letra não deveria se chamar “Maya” e sim Charlotte, pois descrevia tudo o que ele estava sentindo naquele momento. - Reaja Emir, você não pode ficar assim.

