Lobo solitário

696 Palavras
"Raffaele" _ Porque você me chamou aqui?, não foi para me mostrar o seu novo pupilo, ou foi. _ Te chamei aqui para te avisar que tenho uma testemunha que me contou quem mandou matar meu marido. _ Me diga quem foi, quero ajudar na sua vingança. _ Você e sua esposa. _ Isso é uma mentira, você não pode acreditar em uma bobagem dessa, eu nunca faria m*l ao meu capo. _ Eu vou investigar e se eu descobrir que esta pessoa realmente está me dizendo a verdade eu vou te matar e depois mato sua esposa, e não duvide que eu faço. Ele veio em direção a Nineta e eu entrei na frente, sem dizer uma palavra vi ele recuar com medo de mim. _ Você é muito valente quando tem um de seus seguranças te protegendo mas uma hora eu vou te pegar de jeito e não vai ter ninguém para te proteger, aí sim você vai ver o que é um homem de verdade. _ Pode ir agora e só volte quando eu te chamar. _Sim senhora, a senhora é quem manda não é? Saiu não ficou muito feliz, mas foi embora Carlos foi perfeito, vou dar um prêmio pra ele, não sei se pra ele ou para mim mas vou. _ Carlos passa a chave na porta e vem até aqui. _ Sim senhora. Vi Carlos ir até a porta fechar e voltar, parar ao meu lado e ficar na pose de segurança. Levantei fui até ele me encostei no corpo dele e beijei, o queixo, levei a mão e puxei o rosto beijei a boca, ele não se mexeu eu levei minha mão pelo corpo dele e peguei o m****o que já está duro, o resto do corpo pode disfarçar mas o m****o é puro e reage ao ambiente. _ Porque você não quer me abraçar? _ Porque não sei se é o que a senhora quer, ou se é mais um teste. _ Aproveita o momento e faz amor comigo lobo solitário. _ Posso te chamar de minha só um pouquinho, Nineta. _Aqui eu sou só sua, lobo solitário, me beije agora. Carlos me beijou, desceu me beijando, em pouco tempo estávamos sem roupa e ele estava se deliciando no meio das minhas pernas, gemi e gritei o nome desse homem que está me tirando a serenidade, fiz amor como a muito tempo não fazia. Fiquei ali naquele sofá pensando em como voltar para a realidade, Carlos resolveu falar. _ Nineta você vai me contar quantos testes eu ainda tenho pela frente? _Ainda faltam dois, mas não me pergunte mais nada, você tem que passar por eles sem ajuda, senão nunca vou ter certeza que você aguenta essa vida. _Tudo bem não vou perguntar nada, temos que voltar agora para o mundo real? _ Sim temos é quase horas de minha filha chegar e não quero que ela nem imagine que estou saindo com você. Carlos levantou, pegou a roupa e começou a vestir, eu fui até ele e beijei até me segurar pela cintura. _ Não quero que você saia daqui brigado comigo, só peço que você entenda que eu sou uma líder e não é fácil segurar este posto, não posso falhar. _ Eu não estou chateado só achei que agora estávamos nos entendendo. _ Carlos eu sou uma Capo, coisa que nunca teve dentro da máfia, sou mulher e para que me respeitem eu preciso ser forte, e você é minha fraqueza. _ Eu estou tentando te entender, você quer dizer que ficaremos namorando escondidos para sempre, você nunca vai me assumir? _ Eu vou estudar um jeito mas por enquanto não vai dar, preciso enfrentar meus inimigos e se tudo der certo vou ser capaz de ter um marido que não seja da máfia também. _ Então senhora vou voltar a minha insignificância, posso ir senhora. Fiquei olhando aquele homem turrão e disse. _ Pode se retirar. O que ele esperava? Que eu ia sair daqui de dentro e gritar aos quatro cantos que estou apaixonada por ele? Eu não posso cometer nenhum erro, senão vou perder o posto e o lugar do meu filho.
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