Deito a cabeça no peito de Massimo e ouço sua respiração. — Thayla? — Gosto quando me chama assim — murmuro exausta. — Gosto quando me chama pelo meu nome também... — É, mas não podemos esquecer que é meu patrão, e acima de qualquer coisa, sou a babá do Seu filho. Não quero que nada mude a respeito disso. Sua mão desce por minhas costas, alisando e subindo até meu cabelo. — Acha que isso pode interferir em algo? — pergunta pensativo. — Não só acho como sei que pode. Por isso, quando ele estiver presente, nada de piadinhas bobas. Ele não pode nem sonhar com nosso envolvimento. Enzo é só uma criança e ainda não superou a morte da mãe e não merece sofrer mais pelo envolvimento. — Pelo visto já me conhece o suficiente para saber o que sou mestre em fazer. — Dá risada. Não digo nada, qu

