Esperava Lucas no quarto, a ansiedade misturada com uma ponta de culpa pela insistência. Ele tinha ido buscar meu lanche, revoltado e reclamando, mas, no final, cedeu. Ao vê-lo entrar, meus olhos brilharam ao ver as sacolas em suas mãos; uma onda de alívio e gratidão me invadiu, sabendo que finalmente mataria a fome que parecia me consumir. — Pronto, está aqui o seu lanche, e vê se come e volta a deitar. — Lucas disse, um tanto impaciente, mas eu apenas sorri, vitoriosa. Consegui fazê-lo ir até a lanchonete na rua do hotel para me trazer um lanche completo. Me deliciei só de observar o hambúrguer e as batatas fritas enquanto observava ele tirar a roupa, restando apenas de cuecas. Me aproximei, envolvendo-o em um abraço e cobrindo-o de beijos. — Obrigada, obrigada, te devo essa. — Minha

