Nathan deixou Kiera em casa antes das nove. — Vai, eu a espero. — Não acho prudente me levar. As pessoas... — Ninguém paga suas contas, paga? Então, por que está tão preocupada? Ela o encarou. Deu de ombros e tirou o cinto. — Eu odeio quando você tem razão. Ele sorriu. Kiera não demorou mais do que vinte minutos pra tomar banho, pôr uma roupa e sair. Ele tornou a dirigir até a empresa. — Quando sairemos de novo? — Depois da prova. — Se você passar, vamos comemorar? — Vou pensar no assunto. — Sem bebidas dessa vez, não se preocupe. — Uma ou duas taças, talvez. — Tudo bem. Ele estacionou o carro na garagem e entraram pela porta que dá acesso ao térreo, juntos. Kiera não pretendia, de forma alguma, ser vista dessa forma com Nathan. Mas já ultrapassara qualquer limite quand

