Naquela manhã, Julian fora parado por seu irmão, nas escadas. Um raiva incandescente brilhando em seus olhos. — O que pensa que está fazendo? — Como é? — Por isso saiu mais cedo? Para tentar tomá-la de mim antes mesmo que eu tivesse uma chance de conquistá-la? Julian cruzou os braços. Agora fazia sentido o que via em seus olhos. — Não se preocupe comigo, irmão. Não irei me intrometer mais. — Acho bom mesmo. Kiera é boa demais pra você. O gosto dela... Você não a merece, seja lá o que tenha feito. Julian trincou o maxilar e fechou o punho. Queria socá-lo o mais forte possível. Quebrar os ossos de seu irmão e arrancar sua língua pelo modo como falara dela. Mas ele não tinha direito. Jamais tivera qualquer direito. — E você muito menos. Não vai demorar pra ela saber quem você é de ve

