Capitulo 22

4831 Palavras

Acordei, ainda desnorteada, com a cabeça girando, barriga embrulhando, e ao me conectar com a realidade, tentei mexer as mãos em busca da minha arma e não consegui. Estar indefesa novamente não era só mais um pesadelo, era a realidade, o que me apavorava e eu perdi o senso de que precisava usar a inteligência para me safar e não a força física que estava completamente comprometida. Comecei a chorar, enquanto escutava o Otávio falar ao celular coisas de trabalho, como se nada estivesse acontecendo naquele momento. A crueldade e a frieza eram características que não mais surpreendiam, porém, eram capazes de apavorar. Enfim, percebi, por falta de força física, que por mais que eu pudesse tentar me mexer, ainda assim continuaria no mesmo lugar. Fiquei parada, com as lágrimas escorrendo por m

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