Alex Clarissa ficou pálida, não me respondeu, mas o que mais me preocupou de imediato foi o fato de ela cobrir a boca e correr para o banheiro segurando a barriga. Ela fechou a porta pelo lado de dentro, mas de fora eu pude ouvir ela vomitando, o som era alto e por mais que eu batesse na porta e gritasse para ela abrir, ela pedia que eu ficasse longe, meu coração se apertou ao escutar ela passando m*l e ela não me deixar ajudar. – Abre a porta, deixa eu te ajudar... – Eu nem sabia como poderia ajudar em uma situação assim, mas queria estar ao lado dela. Entre um som e outro ela me respondia. – Estou bem, logo saio. – E voltava a vomitar. Fiquei andando de um lado para o outro na porta, como um leão enjaulado, pensando nos prós e nos contras de derrubar a porta do banheiro, mas enqu

