Helena se afastou da janela, o olhar perdido. Sentia um nó apertado no peito, uma mistura de medo e preocupação. A tensão no ar estava tão densa que era difícil respirar. Ela sabia que, enquanto Chacal estivesse fora, o controle da situação estava nas mãos dele, mas o que aconteceria depois? Como ela se sentiria depois do confronto? E, mais importante, como isso moldaria o relacionamento deles? Ela caminhou até o centro do galpão, os pensamentos batendo como ondas contra as rochas. A ideia de ficar ali, sozinha, esperando sem saber o que aconteceria, a deixava ainda mais desconfortável. Não podia evitar, mas seus instintos a empurravam para agir. Ela sentia uma necessidade de fazer algo, de ter controle sobre a situação. De repente, o som de motos acelerando cortou o silêncio. Helena se

