Ellen — Senhor Hill, a sua cliente acabou de chegar. — Senti o meu coração parar bruscamente quando a voz do maitre preencheu a nossa atmosfera e imediatamente abri os meus olhos, encarando os seus. Eles pareciam irritados. Contudo, o Hill de Luxemburgo imediatamente me pôs de pé e se afastou de mim. — Obrigado, Camargo! — Ele diz um tanto seco, dispensando o homem no mesmo instante. Não tenho reação, simplesmente não consigo pensar em nada para dizer. A verdade é que as batidas aceleradas do meu coração estão preenchendo os meus ouvidos de uma maneira que fica difícil pensar em qualquer frase coerente. — Você está bem? — Meu cunhado me pergunta, despertando-me do meu estado de torpor. — Eu… estou… Eu acho. — Ótimo! — Ele diz passando pela minha lateral. Contudo, o seu perfume amad

