Ellen Uma hora depois… — Hum! — gemo baixinho e satisfeita, me espreguiçando logo em seguida e abro uma pequena brecha de olhos, dando-me conta de que o sol já está alto. Ah, droga! Rosno mentalmente, me sentando e para o meu desespero, me dou conta de que ainda estou no sofá do escritório do Barão de Luxemburgo. E ofegante procuro por ele. — Ah, você finalmente acordou! — O homem diz, passando por uma porta larga de vidro transparente e só então percebo que tem uma sacada ali. — Por Deus, por que me deixou dormir tanto assim?! — retruco meio transtornada. — Me desculpe! Eu perdi a noção do tempo. Estava lendo o seu manuscrito que ficou em cima da minha mesa. Meu coração dispara quando o vejo segurando o meu livro em suas mãos e inevitavelmente a minha boca faz um O bem redondo.

