Depois de uma noite m*l dormida, marcada por um cansaço que parecia não encontrar solução no horizonte, Zafira finalmente desistiu de lutar contra os lençóis. O domingo havia amanhecido agradável, com uma brisa suave que entrava pelas novas e amplas janelas de sua sala, mas nem mesmo o conforto renovado de seu lar era capaz de silenciar a tempestade que rugia em sua mente. Ela se levantou com movimentos lentos, sentindo o peso de cada pensamento acumulado nas últimas horas. Decidiu, em um esforço para normalizar o dia, preparar seu café, assistir a um filme qualquer e, quem sabe, torcer para que o sono a encontrasse no meio da tarde. No entanto, o silêncio da casa era traiçoeiro. Tudo o que Cael havia dito no dia anterior continuava a atormentar seus pensamentos como um eco persisten

