As malas estavam no saguão quando passei, bagagem cara que eu não reconheci de imediato. Meu coração apertou por um instante, temendo que Ryuu pudesse me expulsar de casa — o que, para ser honesta, não seria tão r**m, se eu ao menos tivesse para onde ir. Nem sabia se meu pai estava em Los Angeles ou se tinha viajado para Palermo com o resto da família. Mas, ainda que estivesse por perto, viver com ele era tão pouco desejável quanto continuar com Ryuu. Quando entrei na cozinha, deparei-me com uma mulher desconhecida, que cantarolava distraidamente enquanto preparava a refeição da noite. Era uma das cozinheiras dos Morunaga, isso eu sabia desde a segunda noite na casa, quando compartilhei uma refeição desconfortável com Fukui e Nitta. O silêncio naquela ocasião foi opressivo, e eu m*l conse

