Naty seguiu beijando meu pescoço, de repente ela parou e se pôs a me olhar. Ficamos flertando por um tempo. Ela levantou sua blusa para tirá-la, nisso eu gelei só de pensar que de fato a gente pudesse t*****r. - Para. - Interrompi - a. - O que foi? - Desculpa, mas eu não consigo. - Falei cabisbaixa. - Não consegue ou não quer? - Perguntou meio aborrecida. - Eu até quero, mas não consigo. - Respondi. Eu realmente queria, queria muito mesmo saber como é f********r com a pessoa que você gosta, sem ser a força, com amor e respeito, mas algo dentro de mim não deixava eu fazer isso, e mesmo querendo eu simplesmente não conseguia e era h******l você querer fazer algo e não poder por traumas do passado, tudo culpa daquele desgraçado que me deixou sequelas permanentes, será que eu nunca mais

