Capítulo VII - Falsa / Perigosa

655 Palavras
Ainda inconformada com o fim do seu namoro com Damon, Maria Paula decidiu agir de outra forma. Devidamente decidida a não sair de mãos a abanar, foi procurar Sónia e pedir a ajuda dela mais uma vez. Quando chegou, Ermelinda levou - a ao jardim onde Sónia gostava de ler. Linda saiu e Maria Paula começou a agir. Com lágrimas nos olhos aproximou - se de Sónia. - Sónia! Sónia eu preciso da tua ajuda. Sónia levantou - se e foi ter com ela. - Maria Paula!? O que aconteceu? Porque estás a chorar? - O Damon terminou comigo. Foi horrível. Ele nem me deixou falar. Estou muito m*l Sónia. Eu o amo tanto. - Não chores querida. É claro que vou te ajudar. Além disso, nenhuma mulher tem mais capacidade para ser minha nora do que você. - Obrigada Sónia. Mas o que vamos fazer? O Damon disse que não me ama e ele pode se apaixonar por uma mulher qualquer. - Não. Eu Jamais aceitaria qualquer uma como minha nora. Temos que fazer o meu filho entender que só tu és a mulher certa para ele. - E como faremos isso? - Bem! Para começar você tem que mudar de atitude. Deixe de ser tão controladora. O Damon não suporta isso. - Tudo bem. Ele sempre disse que eu era grudenta demais. - Então deixa de ser. Vai falar com ele e diga que mesmo o perdendo como namorado não o queres perder como amigo. E se disseste qualquer coisa no momento de raiva, peça desculpas. - Achas mesmo que ele vai acreditar em mim Sónia? - Eu não sei. Mas, para o teres de volta tens que o reconquistar. - Obrigada Sónia. Seguirei os teus conselhos e sinto - me muito melhor agora. - Ainda bem querida. Eu gosto muito de ti e só desejo que sejas feliz com o meu filho. - Isto só vai acontecer se ele me aceitar de volta. Caso contrário, não o posso forçar a nada. - Eu sei. E lamento querida. Neste momento só te posso ajudar dando conselhos. Se o Damon souber, vai me odiar para sempre e não posso perder o meu filho. Não posso. Maria Paula foi embora pensando numa outra forma de ter Damon de volta. Ficaria atenta para saber se havia outra mulher na vida dele. Decidida a saber o que estava a fazer, Maria Paula foi até à empresa e o viu falando com Zilena. Ela riu de alguma coisa dita por ele e em seguida foi até ao carro e partiu. Isso a deixou furiosa e Maria Paula começou a criar um plano. Sabendo que precisaria do apoio de Sónia, decidiu esperar. Precisava de ter provas. Não sabia quem era a mulher. E rir de alguma coisa dita por outra pessoa era absolutamente normal. Por outro lado, Zilena foi para casa e terminou de arrumar as suas coisas. Os seus pais disponibilizaram para ela a casa dos empregados. Deixaria lá as suas coisas até terminar a compra da sua casa. O carro que ainda estava em condições ficaria com a mãe. Mais tarde e enquanto fazia o seu último jantar, Zilena recebeu uma ligação de seu irmão. - Oi Mano. - Olá querida irmã. Como corre a arrumação? - Muito bem . Farei a mudança amanhã porque farei uma viagem de trabalho na sexta-feira. - Entendo! E terás ajuda? Eu estarei livre amanhã. - A empresa vai enviar os carros de mudança, mas precisarei de ajuda para que os homens sejam dirigidos à casa de nossos pais. - Tudo bem. Chegarei às 6 horas para isso. - Obrigada mano. Ficarei esperando. Bjos. Zilena foi dormir satisfeita e mais calma. No dia seguinte passaria a primeira noite na sua nova casa, teria um novi carro, três funcionárias e passaria a dar ordens. Mas como seguia o exemplo da sua mãe, decidiu que seriam sempre pedidos. Ela estava no bom caminho.
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