Luar

816 Palavras
_ Preciso sair _ falou rouco, e******o. _ Você acabou de chegar _ não entendi. _ Mas não posso ficar com você assim. Se levantou e saiu apressado. Não vi quando ele chegou. Tinha um enorme chupão no pescoço que saltava a vista. dormiu de cueca. Fiquei tão brava quando ele saiu que a raiva que sentia agora, nem me alterava. Olhando mais um instante, mudei de postura. Ele está aqui. Dormia tão tranquilo e era tão bonito, mesmo com os olhos fechados. Deslizei a mão pelo seu peito descendo de vagar e o notei ereto. O que aconteceria se? Passei a mão pelo comprimento da sua ereção indo e vindo e uma mão segurou o meu pulso. Assustada, olhei para o seu rosto, engolindo seco. Eu o acordei. Olhou para a minha mão e moveu a mão do meu pulso, para sobrepor a minha mão. Eu o deixei me ensinar como toca-lo. Suspirei ao sentir todo o diâmetro, sob o tecido, envolvendo o volume. Me fez correr a mão no comprimento, para baixo e para cima. Ofegou. Continuei, quando ele afastou a sua mão, e a pôs abaixo da cabeça. O seu sexo estava tão quente na minha mão. Removi a cueca de cima e o seu m****o pulou ereto. Achei engraçado e o Dream sorriu, muito atento e e******o. Envolvi com as duas mãos masturbando ele, com a minha curiosidade. Sentei sobre as minhas pernas, entre as pernas dele. Beijei sentindo a textura da pele, contra os meus lábios. Lambi sentindo, e o ruivo fechou os olhos com ar de impaciência. Ofeguei pensando no que eu queria fazer e... Corri a língua pelo comprimento de baixo para cima, sentido o seu m****o bem, apertando e lambendo cada curva, veia e relevo, até chegar na ponta. Um líquido transparente no buraquinho, me fez beijar alí. Dentro da minha boca, passei a língua ao redor, desenhando círculos na glande e lambia o buraquinho buscando o líquido, que notei, era salgado. A mão do Dream guiou as minhas mãos em um vai e vem pelo comprimento, masturbando, enquanto eu o chupava assim, na glande. Obedeci a sua vontade e ele tirou a minha boca de cima do seu pênis na eminência do g**o. Levantou o meu queixo. Acabou gozando, com jatos na minha bochecha e gargalhou. _ Me desculpa _ sorriu tímido fazendo uma careta de exclamação, e pegou lenços umidecidos na gaveta do criado-mudo, me limpando. Beijou o meu rosto depois de limpar. _ Eu posso fazer o que acabei de fazer? Perguntei depois de sair do banheiro totalmente pronta para o trabalho. O Thomas levantou o olhar do visor do celular para mim. Estava pronto, de pé ao lado da mesa. _ Fala de colocar a sua deliciosa boca aonde nunca pôs antes e me tocar aonde não deveria, Srta Passion? Sorri achando engraçado o que ele disse e afirmei. _ Comigo, você pode tudo, Alana. Ainda não percebeu! Está me decepcionando. _ brincou. _ Eu posso tudo? _ As restrições se aplicam ao como eu posso te tocar. Salvo só mediante a sua permissão ou desejo. Você pode tudo. _ Podemos t*****r? _ Não. _ Por que não? _ Porque é uma quebra total do contrato. No contrato diz virgem. E porque cargas d'água você iria querer t*****r comigo? Não entendi o seu raciocínio. Por que eu não iria querer?! Mas fiquei em silêncio. O trabalho, as mulheres atrás dele. Uma de manhã, outra a tarde. Safado!!! Houve uma reunião. Depois do trabalho, o Júlio, segurança, veio comigo até a análise. Eu não tenho mais motivos para praticar tiro ao alvo diariamente e nem para chorar. A noite estava linda, com uma enorme lua cheia. _ Gosta de sorvete, Júlio? Conversava com o moreno grandalhão, andando pela calçada. _ Gosto do de chocolate. _ Eu gosto de todos. Tem uma sorveteria ótima por aqui. A variedade de sabores é incrível. _ Temos que voltar para casa. _ Uma hora a mais ou a menos, qual é a diferença? Hã! Ele hesitou. Continuei _ Bom, eu estou indo. Então você tem que vir. _ Tá bom _ se rendeu e sorriu um pouco preocupado. _ Você vai amar _ garanti. Como o previsto, o Júlio acabou levando um pote para viagem, quando voltamos para casa. O Dream não estava contente, olhava a hora no relógio um pouco antes de me ver na sala. _ Aonde você foi? _ Tava aproveitando a noite. _ Da próxima vez você vai sair da empresa comigo _ avisou. _ Não. _ Como assim? _ Eu não quero sair da empresa com você. _ Posso saber o motivo? _ É a minha hora de libertade. Gosto de caminhar, de ir para onde eu queira. _ Entendi, mas eu não posso ir com você? _ Até pode. Seria bom. _ Ótimo. Saímos juntos da empresa a partir de amanhã _ repetiu.
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