[...] Já faziam quase duas horas que voltei do parque e Benjamin não dava indícios de sono. Já dei banho, alimentei, brinquei, dancei com ele em frente à TV e o garoto nem abrir a boca em bocejo abriu. Eu estava podre do dia, precisava de uma banho urgentemente e, como ele não dava indícios de sono, teria que ficar com ele na cama até dormir, mas eu não iria deitar assim, com o corpo suado. Então fui atrás de Scott. Por baixo da porta vi que as luzes já estavam apagadas, mas mesmo assim bati de leve na porta, ele ainda poderia estar acordando. Passaram alguns segundos, quando já estava desistindo, ouvir a voz dele mandando entrar. O quarto estava sendo clareado apenas por um abajur, ele estava sentando no meio da cama, com o notebook ao lado e o cobertor nas pernas, talvez escondendo

