[...] — Senhor... — ouvi a voz de Scott, e quando ergui o olhar, ele estava parado em minha frente. — Sim? — Bati na porta, m-mas o senhor não falou nada então eu entrei. — Avisou, quase que na defensiva. Assenti. — Trouxe seu almoço. — Ergueu a sacola na mão. — Mas... — confuso, olhei a hora pelo monitor do computador e vi que já era a hora do almoço. Fiquei tão imerso no meu trabalho, resolvendo minhas coisas que eu nem me toquei da hora. Não tinha me levantado nenhuma vez da poltrona. Talvez seja por isso que sinto minha bexiga cheia, minha boca seca e minhas costas doendo. Não tinha me levantado para nada, nem ao menos tomar água. Por isso senhora Bennett diz coisa comigo. — Você conseguiu terminar os relatórios? — Me ergui da cadeira, estralando as costas. — Já, senhor. Já man

