— Você não precisa... Mary estava pronta para expulsa-lo do banheiro, quando mais um tremendo enjoou a fez colocar o rosto em direção ao vaso para que pudesse vomitar ali e não sujar o chão todo. — Não vou a lugar algum. — Matteo respondeu abaixando-se o suficiente para secar as lágrimas que escorriam do rosto dela e depois passar a mao nas costas da menina que ainda parecia querer colocar a sua alma para dentro do vaso. Ele não pôde deixar de pensar na possibilidade de Mary estar gravida, afinal, aquele era um dos sintomas mais conhecidos, mas rapidamente descartou aquela hipótese ao se lembrar de que ele a lembrava todos os dias da pílula anticoncepcional, e sem contar que ele ela tinha ficado menstruada mês passado. — Como se sente? — a voz dele preencheu o ambiente assim que viu Ma

